Inaugura-se nova gestão na Academia Cearense da Língua Portuguesa

Acadêmicos ladeiam Teoberto Landim, após a primeira reunião do novo período administrativos.

Realizou-se na última terça-feira, 27 de março, a primeira reunião do novo biênio administrativo da Academia Cearense da Língua Portuguesa, que agora tem à frente o Prof. Teoberto Landim. A chapa “Todos pela ACLP”, eleita na reunião de fevereiro, foi saudada com entusiasmo pelos acadêmicos, que ora vivenciam, no sodalício, uma etapa de efervescência e otimismo, resultante da profícua gestão, recentemente encerrada, do Prof. Valdemir Mourão.

Ao ser eleito, Teoberto apresentou, como uma das metas a serem perseguidas, nos próximos dois anos, a conquista de uma sede própria para a Academia. Ele também garantiu que todas as principais decisões da entidade somente serão tomadas após ouvir o colegiado. É a seguinte a composição da nova Diretoria da ACLP:

  • Presidente de Honra – Cid Saboia de Carvalho
  • Presidente – Sebastião Teoberto Mourão Landim
  • 1º Vice-Presidente – Sebastião Valdemir Mourão
  • 2º Vice-Presidente – Antônio Vicente de Alencar
  • 1º Secretário – Ana Vládia Mourão de Oliveira
  • 2º Secretário – Marcelo Braga
  • 1º Tesoureiro – José Myrson Melo Lima
  • 2º Tesoureiro – Francisco Felipe Filho
  • Diretor de Publicação e Marketing – Italo Gurgel
  • Membros do Conselho Fiscal – José Ferreira de Moura, Ana Paula de Medeiros Ribeiro e Vicente Júnior
  • Membros da Comissão Interinstitucional – Révia Lima Herculano, Francisco Tarcísio Cavalcante e João Vianney Mesquita

Literatura Filosófico-Científica Inusitada na Crônica da Profª Drª Graça Martins

Vianney Mesquita

Filosofia, doce leite da adversidade! (Guilherme Shakspeare).

A Natureza não dá saltos. (Godofredo Leibniz).

Para o observador menos devotado ao exame procedimental do trato científico, pode afigurar-se inacreditável – no mínimo, surpreendente – a ideia de ser possível a vinculação racional em vertentes de aparências dessemelhantes, de procedências tão supostamente díspares, como esta admirandamente comprovada pela Autora de O HOMEM nas Abordagens Mecanicista e Humanista da Administração e no Humanismo de Inspiração Cristã.

Maria da Graça Holanda Martins publicou o mencionado livro em ótima ocasião, propícia a excitar, ainda mais, a já efervescente reflexão, felizmente em uso atual na ambiência da nossa Academia. Isto porque – e ela de sobra conhece este suposto – o exame do conhecimento parcialmente ordenado não tem por objeto o saber particular, pois é inexequível reunir em insulado conceito, estabelecer apenas em uma lei, a enorme quantidade de detalhes e situações particulares, constitutivas do ser ou do fato individual: Omne individuum inefabile, conforme ensina a velha, revisada tantas vezes e, em muitos pontos ainda, acreditada Escolástica.

Nas alegações expressas nessa produção, eminentemente interdisciplinar, a Pesquisadora não perde o foco, portanto, das grandes ligações da totalidade do ser, deixando de assujeitar-se ao perigo de reduzir a visão a um apoucado domínio da técnica, em virtude do desdobramento dos objetos, o qual conduziu o debate da Ciência a uma progressiva especialização.

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