Fraternos abraços, mensagens inspiradas, saudades… É o Natal da ACLP

Em torno das grandes mesas, o festivo encontro dos acadêmicos e seus familiares.
Teoberto Landim, Myrson Lima e Regine Limaverde.

Em ambiente descontraído, ornado de belos pronunciamentos, a Academia Cearense da Língua Portuguesa (ACLP) realizou nessa terça-feira, 11 de dezembro, sua confraternização natalina. O cenário foi um dos salões privativos do restaurante Dallas Grill, onde tudo aconteceu como manda o espírito natalino, com o sorteio de brindes, a troca de presentes envolvendo “amigos secretos”, as mensagens inspiradas, os drinks, o jantar de variadíssimos pratos…

Moura e Lúcia, os ganhadores de disputada orquídea.

O presidente Teoberto Landim saudou os acadêmicos e acompanhantes e ressaltou a importância dos elos fraternais para fortalecimento da própria Academia. Seguiu-se o ritual festivo, que culminou com a bela mensagem de Natal. Tradicionalmente, nessas ocasiões, quem brindava os presentes com seus textos poéticos era o acadêmico Horácio Dídimo. Este ano, com a morte do querido mestre, a honrosa missão foi confiada ao acadêmico Batista de Lima, que dissertou sobre um Natal nordestino eivado de símbolos que foi captar nas mais belas páginas da Literatura brasileira (veja, abaixo, o texto integral da mensagem).

Vicente Alencar lembrou, em versos, os sinos das igrejas de Fortaleza, que aos poucos vão silenciando. Houve, ainda, momentos de saudade, quando Myrson Lima homenageou Genuíno Sales, outro estimado e talentoso confrade falecido no corrente ano.

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